domingo, 26 de outubro de 2014

Fim da Banda Calypso? Joelma em carreira solo no mundo “gospel”? Sinto cheiro de ‘golpe de marketing’ no ar…

Não foram poucas as vezes que um artista usou de recursos mentirosos para alavancar uma carreira já em pleno declínio. Como declarar a plenos pulmões que vai desistir da vida artística, que a sua banda vai encerrar as atividades, que nunca mais gravarão discos... E fazer exatamente o contrário meses depois.
Pergunte a seus avós quantas vezes o grande cantor Silvio Caldas “abandonou” a carreira para retornar de modo triunfante meses depois. Como esquecer as “turnês de despedidas” do Kiss, do Scorpions, do The Who e tantos outros, picaretagens estas que serviram para que os fãs desesperados desembolsassem quantias absurdas para ver seus ídolos pela última vez, sendo que meses depois estes mesmos grupos reaparecessem na imprensa e, com a maior cara de pau do mundo, negarem o que tinham anunciado por meio de desculpas esfarrapadíssimas, que só convenceram mesmo os fãs débeis mentais.
Este tipo de “estratégia de marketing” vem funcionando bastante nos dias de hoje justamente pela rarefeita capacidade de raciocínio dos fãs e da imprensa em geral. Lembra quando Zezé Di Camargo & Luciano chegaram a discutir no palco e anunciaram a “separação”? Na época, eu já havia levantado esta “lebre” – leia aqui. Mais recentemente, o pavoroso Gusttavo Lima usou do mesmo golpe – leiaaqui.
Pois senti o mesmo cheiro de trapaça neste final de semana, quando a internet foi invadida pela noticia de que a “cantora” – hahahahahahahahaha, desculpe, não pude conter o riso de ironia -Joelma anunciou um pretenso fim da Banda Calypso. HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! Desculpe, não pude conter o riso de alegria. Por alguns segundos, vislumbrei um panorama musical brasileiro sem a presença de um dos troços mais insuportáveis da História desta galáxia. Mas foi então que lembrei da velha “estratégia”...
Que a agenda de shows de Joelma, Chimbinha e companhia vinha caindo mês a mês, pouca gente sabia. Que o cachê do grupo havia diminuído consideravelmente por causa disto, menos pessoas sabiam. Só que tudo ficou escancarado e ainda mais desesperador quando Joelma, que é evangélica confessa, externou publicamente à revista Época aquilo que 87,4% dos evangélicos pensam a respeito de homossexualismo: que ser homossexual é como ser um drogado – leia aqui. Até que ela ‘pegou leve’, já que, salvo honrosas exceçõespara a grande maioria dos evangélicos o homossexualismo é uma doença, um castigo de Deus, coisa do diabo ou as três possibilidades juntas. Muita gente vai ficar incomodada com o que escrevi, mas é a verdade.
Depois destas desastrosas declarações, Joelma e sua turma viram a agenda de shows cair praticamente a zero, o projeto do filme mostrando a trajetória da cantora com a banda foi abortado. Os convites para aparecer na TV foram totalmente cancelados... Joelma foi tratada como pária da sociedade, a ponto de ter que vier a público e pedir desculpas por meio de um vídeo – leia aqui. De nada adiantou. O estrago estava feito e era irremediável.
Agora, pense bem: o que poderia fazer uma cantora que vê os shows de seu grupo minguarem, a exposição na chamada “mídia positiva” passar a ser inexistente, os cachês reduzidíssimos e tudo mais? Usar a famosa estratégia “vamos encerrar a carreira” é uma possibilidade bem atraente, não? Melhor ainda: que tal unir isto a uma declaração que a joga diretamente nos braços do público que não só concorda com o teor de suas declarações infelizes, como professa a mesma “orientação”?
Pois é... Joelma já declarou durante um show no final da noite de sábado passado em Recife que vai ingressar na carreira gospel após o “fim” da Banda Calypso, que só deverá ocorrer no ano que vem por conta dos “shows já agendados”. O empresário do grupo já até adiantou que a “cantora” vai se dedicar ao novo “estilo” somente em 2015. Bastante conveniente, não? Dá tempo suficiente para agendar “shows de despedida” bancados por promotores espertalhões para cima dos fãs de raciocínio lento...
Este é o mundo do show business. Acostume-se.

Pastores podem ser presos por se recusarem a realizar casamento gay

Quando os homossexuais começaram a receber permissão do governo para se casarem, afirmavam que era o suficiente. Muitos dos líderes desse movimento nos EUA diziam que a cerimônia religiosa não era importante. Pouco a pouco algumas denominações foram cedendo e começaram a realizar casamentos gays.
Agora, a batalha judicial alcançou outro nível nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, começou a ser escrito um novo e triste capítulo. Em Houston, Texas, cinco pastores foram intimados pela prefeitura a entregarem seus sermões para uma avaliação, após denúncias de que os pastores estavam pregando “homofobia”.
A prefeita da cidade é homossexual e disse que eles precisam seguir a leis que proíbem a discriminação.
Na pequena Coeur d’Alene, Estado de Idaho, Donald e Evelyn Knapp, um casal de pastores estão sendo processados por se recusar a realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo. Se condenados, eles podem pegar seis meses de prisão e pagar multas de até US$ 1.000.
A justificativa das autoridades locais é a violação das leis de “não discriminação”. O caso chegou a um Tribunal Federal e pode ser um marco na batalha entre ativistas pró-LGBT e organizações cristãs que defendem a família tradicional.
Uma delas é a Aliança pela Defesa da Liberdade, cujos advogados estão defendendo os pastores nos dois Estados. O advogado Jeremy Tedesco, que atua no caso do Idaho afirmou que “o governo não deve forçar ministros a agir contra a sua fé, fazendo ameaças de prisão e aplicando multas”.
Tony Perkins, presidente da Family Research Council, que tem dado apoio no caso, afirmou que “está aberta a temporada de caça aos cristãos que se recusam a ceder à redefinição de casamento imposta pelo governo”. No início do ano, uma confeitaria pertencente a um evangélico foi processada após se recusar a fazer um bolo para um casamento gay no Estado do Colorado.
Desde 2013, Coeur d’Alene possui leis que proíbem a discriminação com base na orientação sexual. O procurador da cidade, Warren Wilson, afirmou à imprensa que a igreja é um “local público e está sujeito ao decreto”. Alertou ainda que todos os pastores que atuam na cidade, caso sejam denunciados, serão obrigados a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo.
Como o reconhecimento da legalidade do casamento gay ocorreu este mês no Idaho, o caso tem recebido muita atenção da mídia. Apenas dois dias após ser oficializado, um homem ligou pra Donald Knapp, querendo marcar seu casamento na capela onde o casal ministra há 25 anos. Com a recusa, uma denúncia foi feita e desde então as autoridades municipais se envolveram no caso. Com informações Fox News

Juiz cristão pede demissão para não fazer casamentos de homossexuais

Juiz cristão pede demissão para não fazer casamentos de homossexuais
Um juiz de 57 anos, renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função.
“Era a minha única opção… a Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como a fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa
Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.
Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé.
Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal que ele trabalhava para mostrar seu apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou para a imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido. Com informações Usa Today e News Record